Acompanhamento escolar individualizado com estimulação cognitiva para crianças de 6 a 10 anos, típicas e atípicas. Cada plano nasce de como aquela criança aprende.
Cada atividade é construída para trabalhar uma habilidade específica, sempre de forma lúdica.




Quando a criança repete o mesmo caminho e não avança, o problema raramente é esforço. É o caminho.
"Cada criança tem seu tempo" é uma frase gentil — e é ela que faz a família esperar um semestre, depois um ano, depois outro. Entre os 6 e os 10 anos, esperar não é neutro: é o período em que a alfabetização e as funções executivas se organizam.
Nenhuma criança aprende menos. Ela aprende por um caminho diferente. Quando o conteúdo chega sempre pela mesma via, o jeito de aprender dela fica de fora. Repetir a mesma explicação mais vezes não muda a via. Só aumenta o cansaço.
E há um custo que não aparece no boletim: a cada tentativa frustrada, a criança junta mais uma prova de que "eu não consigo". Recuperar conteúdo é trabalho. Recuperar a confiança dela em si mesma é trabalho bem maior.
Todo plano começa entendendo a criança — não aplicando um material pronto.
Conversa com os pais e com os profissionais que já acompanham a criança: fonoaudióloga, psicóloga, escola. O que já foi construído não recomeça do zero.
A professora indica quais pontos a criança não está conseguindo desenvolver. São essas dificuldades específicas que orientam o trabalho.
Um plano feito para aquela criança, fundamentado na neurociência da aprendizagem, revisado conforme ela responde aos estímulos. Observa-se também a tolerância à frustração, a persistência e a forma de resolver problemas.
Na prática, a criança joga, escreve na areia, monta, associa. A estrutura técnica fica por baixo, invisível para ela. Aprender deixa de ser um fardo.
O acompanhamento atende crianças com TDAH, dislexia e autismo, sempre em conjunto com a equipe clínica e com a escola. A adaptação do conteúdo escolar continua sendo da escola — aqui se constrói a habilidade que falta para esse conteúdo se concretizar.
"Está bem melhor em todos esses aspectos. Parou de ter as explosões de raiva e tem conseguido focar nas atividades, inclusive permanecendo mais tempo. Quando chamo a atenção, ele se recompõe mais rápido. Está até mais falante."
"Não sei o que está fazendo, mas está ajudando."
Professor de um aluno em acompanhamento

São 28 anos de experiência dentro da sala de aula, na rede pública e privada, acompanhando de perto como crianças muito diferentes chegam ao mesmo lugar por caminhos que não são iguais. O Espaço AtivaMente nasceu dessa experiência.
Do "eu não consigo" ao "olha o que eu fiz!"
Me conte o que está acontecendo. A partir daí explico como funciona a avaliação inicial e o que faz sentido para o momento dele.